Sentado, sozinho, jogado ao meio-fio ele vê a vida passar,
pensando em todas as coisas que poderia ter feito,
pensando em tudo que poderia ter sido
e desejando, desejando ser diferente.
Escorregando agora, ele quase que se deita,
o dia já nascendo, as pessoas aparecendo,
ele imaginando.
Vendo agora tantas outras vidas passar,
embora as outras que vê estão sendo vividas.
Coberto de papelão e os olhos quase fechados
tenta focar a sua pela ultima vez... aperta bem os olhos,
Lá vai ela!... Sozinha, cambaleando de bêbada, se foi...
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