O menino que corria parecia o vento
Pra lá e pra cá, pra cá e pra lá
Não sabe ao certo porque corre
Mas corre todo o tempo
Corre rápido observando onde passa
Passa pelo moinho velho já quase sem tinta,
pelos lindos casebres com jardins imensos,
pelo celeiro vermelho vivo,
Passa pelo curral, assustando os cavalos
E assim ele vai, correndo
passa por tantos lugares, tantas casas.
Corre tanto que parece acelerar o tempo
menino que corre parece nunca não parar
Para pra janta quando escurece
a sineta começa a tocar
e ele escuta de longe
e esfomeado volta correndo
trazendo na cabeça paisagens,
no rosto um sorriso,
no coração um acelero.
Menino que corria e pareça o vento
Observando a vida, totalmente desatento,
Faz da vida uma aventura todos os dias
Por isso ele corre, e corre feliz.
Bruno Ricardo Cruz
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